CLÍNICA LEILANE CATRICALA

A Clínica Leilane Catricala tem foco na dermatologia e medicina estética, projetada como uma Clínica Boutique Premium, pensando em cada detalhe para oferecer excelência aos nossos pacientes.

Atendemos em duas unidades: Vila Nova Conceição, em São Paulo, e São Caetano do Sul - SP. Desde 2019, já são mais de 10.000 procedimentos estéticos e mais de 6.000 consultas médicas realizadas, sempre com o mesmo padrão de cuidado e atenção a cada detalhe.

Nossa equipe médica — formada por dermatologistas, ginecologista e cirurgiã vascular — é amplamente reconhecida em São Paulo e em toda a região do ABC, sob o comando da Dra. Leilane Catricala, médica dermatologista, com atendimento humanizado e focado nos desejos de cada paciente.

Dra. Leilane Catricala, médica dermatologista — CRM-SP 151.911 | RQE (Dermatologia) 73.960

Contamos com equipamentos como o Laser Fotona Dynamis NX, o Fotona Starwalker e o Ultraformer III, trazendo aos nossos pacientes as tecnologias mais avançadas disponíveis no mercado mundial.

Oferecemos tratamentos estéticos modernos para queixas como lifting facial, rejuvenescimento, melasma, manchas, rugas, olheiras e redução de papada, além de procedimentos como preenchimentos e toxinas e lasers como o Fotona 4D.

Visão: acreditamos que envelhecer com qualidade de vida é o futuro.

Missão: promover o bem-estar de nossos pacientes para que se sintam sempre melhores.

Valores: ética e integridade em cada atendimento.

Unidade São Caetano: Rua Monte Alegre, 110 - Bairro Santo Antônio - São Caetano do Sul - SP, CEP 09531-110

Unidade Vila Nova Conceição: R. Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 509 - Bairro Vila Nova Conceição - São Paulo - SP, CEP 04544-001

Contamos com salas de atendimento elegantes e modernas, jardins para relaxar e um Espaço Laser avançado.

Clínica Leilane Catricala

Especialidades

Depoimentos

Novidades

Tratamento da queda de cabelo durante o uso de GLP-1: avaliação e cuidado individualizado

O cabelo começou a cair durante o tratamento com semaglutida ou tirzepatida? O primeiro passo é esclarecer o diagnóstico. A queda pode envolver mudanças associadas ao emagrecimento, uma condição capilar preexistente ou outros fatores. O medicamento faz parte da investigação, mas não explica automaticamente todo o quadro. O tratamento da queda de cabelo durante o uso de GLP-1 deve ser individualizado. Em vez de começar por um pacote de vitaminas ou sessões, a proposta é entender o que precisa ser tratado e acompanhar a resposta. O que pode explicar a queda durante o emagrecimento? A perda de peso é um possível contexto de eflúvio telógeno, uma alteração do ciclo dos fios. Uma pesquisa clínica de 2024 descreveu esse diagnóstico em pessoas que haviam emagrecido, reforçando a importância de investigar a trajetória do peso. O estudo não define um protocolo para quem usa GLP-1 nem permite atribuir a queda exclusivamente ao remédio. [1] Para conhecer melhor a diferença entre os achados das pesquisas e o diagnóstico individual, leia o que se sabe sobre GLP-1 e queda de cabelo. Cena fictícia gerada por IA; não documenta exame de paciente real. Como diferenciar eflúvio de outras causas? O raciocínio diagnóstico considera quando a mudança começou, onde ela aparece e o que existia antes. Eflúvio telógeno e alopecia androgenética estão entre as condições descritas na literatura sobre usuários desses medicamentos, mas não são as únicas possibilidades. A revisão científica de 2026 ressalta que a causa dessa associação ainda precisa ser esclarecida. [2] A consulta pode incluir exame dos fios e do couro cabeludo e, conforme a hipótese, exames complementares. Não existe uma lista de exames obrigatória para todos. O pedido deve responder a uma pergunta clínica, não apenas aumentar o número de resultados disponíveis. [3] Levar exames que já foram feitos pode ajudar a evitar repetição desnecessária. Não é preciso comprar um “check-up capilar” antes da primeira avaliação: a necessidade de investigação pode ser definida nela. Quando procurar atendimento mais cedo? Antecipe a avaliação se aparecerem falhas delimitadas, perda de pelos em outras regiões, dor, ardor importante ou lesões no couro cabeludo. Feridas com secreção e descamação acentuada também merecem atenção. Não considere esses sinais automaticamente parte do emagrecimento. [4] Ao pedir o agendamento, descreva esses sintomas à equipe, além de mencionar a queda. Isso ajuda a comunicar a necessidade de avaliação; o diagnóstico será estabelecido no atendimento médico. Cuidados de rotina e tratamento médico: qual a diferença? A rotina é parte do cuidado, mas não substitui a escolha de uma conduta para o diagnóstico identificado. Abaixo estão possibilidades a discutir, não etapas que todas as pessoas terão de cumprir. Possibilidades de cuidado e limites da indicação Possibilidade Quando pode entrar no plano O que não se deve presumir Acompanhamento clínico Para avaliar evolução e possíveis desencadeantes. Que observar significa abandonar a queixa. Ajuste do cuidado nutricional Quando a avaliação identifica dificuldades ou necessidades alimentares. Que toda queda comprova falta de vitaminas. Reposição de nutrientes Quando há indicação fundamentada na avaliação. Que doses maiores produzirão mais cabelo. Medicamentos para a condição capilar Conforme diagnóstico, riscos e situação clínica. Que a receita de outra pessoa serve para o mesmo sintoma. Procedimentos complementares Somente se houver indicação específica e discussão das evidências. Que são obrigatórios por haver uso de GLP-1. Alimentação e suplementos É útil coordenar o cuidado com quem acompanha o tratamento metabólico e, quando necessário, com nutricionista. Uma orientação conjunta de sociedades médicas recomenda atenção às mudanças de ingestão e ao manejo de sintomas gastrointestinais durante o uso de GLP-1. Isso não equivale a uma prescrição universal de suplementos. [5] Informe tudo o que já utiliza, inclusive produtos “para cabelo e unhas”. A biotina, presente em alguns deles, pode interferir em determinados exames laboratoriais. Avise o médico e o laboratório; a orientação sobre eventual ajuste antes da coleta depende do produto e do exame. [6] Minoxidil é necessário para todo mundo? Não. Minoxidil pode ser considerado em determinadas condições capilares, mas não é uma resposta automática à queixa de queda. A decisão sobre formulação e acompanhamento é médica. O uso oral para alopecia é off-label — fora da indicação aprovada em bula — e exige análise de contraindicações, precauções e monitoramento. Um consenso internacional de 2025 orienta essa seleção, sem estabelecer um tratamento específico para queda associada a GLP-1. [7] Antes de iniciar qualquer opção, o paciente deve entender qual diagnóstico está sendo tratado, que benefício se espera, quais riscos precisam ser discutidos e quando o plano será reavaliado. E laser, microinfusão ou outras tecnologias? A escolha de um recurso complementar vem depois da avaliação. A existência de uma tecnologia não torna sua aplicação necessária para qualquer pessoa que esteja perdendo cabelo. Na conversa sobre procedimentos, vale perguntar: há evidência para o meu diagnóstico? Qual é a alternativa sem procedimento? Como será avaliada a resposta? Um plano personalizado pode combinar medidas, mas também pode ser mais simples. A quantidade de intervenções não deve ser a medida de qualidade do atendimento. Vídeo complementar: Fotona HAIRestart e avaliação individual Neste vídeo de 2023, a Dra. Leilane apresenta o HAIRestart. O assunto é tratamento capilar em geral, não um protocolo validado para queda relacionada a GLP-1. A indicação de um procedimento deve considerar o diagnóstico, alternativas e riscos. Abrir o vídeo no YouTube. Uma observação clínica publicada em 2025 avaliou laser Er:YAG não ablativo em alopecia androgenética, mas seus autores destacaram a necessidade de estudos controlados. Esses resultados não comprovam benefício específico no eflúvio associado a GLP-1. Também não se deve interpretar o vídeo como promessa de ausência de dor, riscos ou tempo de recuperação para todos. [9] Cena fictícia gerada por IA para ilustrar decisões compartilhadas. O que esperar do acompanhamento? Nos quadros de eflúvio, a evolução costuma ser avaliada ao longo de meses, e o volume pode demorar mais a se recuperar do que a queda leva para diminuir. Uma condição associada pode exigir outro horizonte de tratamento. Não é possível prometer recuperação completa ou uma data exata antes de esclarecer o quadro. [8] O acompanhamento deve deixar claro o que será observado, quando retornar e quais mudanças precisam ser comunicadas antes. Se o plano não estiver sendo viável na rotina, essa informação também deve ser levada à consulta. Perguntas sobre avaliação e agendamento Preciso parar a semaglutida ou a tirzepatida para tratar o cabelo? Não se deve interromper ou ajustar o medicamento por conta própria. A avaliação dermatológica ajuda a orientar uma conversa com o profissional que acompanha a prescrição. Preciso fazer exames antes da consulta? Não há um painel obrigatório para todos. Leve os resultados que já possui; exames adicionais podem ser solicitados conforme o histórico e o exame médico. A consulta já inclui um protocolo de procedimentos? Não há um protocolo único indicado apenas pelo uso de GLP-1. A proposta de cuidado depende do diagnóstico e da avaliação individual, inclusive quanto à necessidade de procedimentos. Onde posso agendar a avaliação? Na Clínica Leilane Catricala, nas unidades Vila Nova Conceição, em São Paulo, e São Caetano do Sul. A equipe informa disponibilidade e orientações para o atendimento pelo WhatsApp. Avaliação dermatológica em São Paulo e São Caetano do Sul Se a queda começou ou se intensificou durante o emagrecimento, uma avaliação pode ajudar a organizar as próximas decisões. Leve o nome dos medicamentos, o histórico aproximado do peso e informações sobre quando percebeu a mudança no cabelo. A Clínica Leilane Catricala tem unidades na Vila Nova Conceição e em São Caetano do Sul. Para quem mora em Santo André ou São Bernardo do Campo, a unidade do ABC fica em São Caetano do Sul. Agende sua avaliação dermatológica pelo WhatsApp. Informe à equipe a unidade de sua preferência. Referências Kang DH et al. Estudo retrospectivo sobre eflúvio telógeno associado à perda de peso. Annals of Dermatology, 2024. Gupta AK et al. Revisão sistemática sobre terapias GLP-1 e queda capilar. Science Progress, 2026. American Academy of Dermatology. Hair loss: Diagnosis and treatment. American Academy of Dermatology. Hair loss: Signs and symptoms. Mozaffarian D et al. Orientação conjunta sobre prioridades nutricionais durante terapias GLP-1. Obesity, 2025. FDA. Interferência da biotina em exames laboratoriais. Consenso internacional sobre início de minoxidil oral em baixa dose. JAMA Dermatology, 2025. American Academy of Dermatology. Do you have hair loss or hair shedding? Zhang et al. Nonablative Er:YAG Laser Treatment of Androgenetic Alopecia: A Clinical Observation. Dermatologic Therapy, 2025. Material educativo; não substitui consulta nem orienta automedicação. Responsável técnica: Dra. Leilane Catricala — médica dermatologista, CRM-SP 151.911 | RQE (Dermatologia) 73.960. Publicado em: 06/09/2026. Data editorial: 09/09/2026.

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Eflúvio telógeno ou alopecia androgenética? Como diferenciar queda e afinamento

Mais fios no banho e uma divisão do cabelo cada vez mais larga não são necessariamente a mesma alteração. Depois de emagrecer, pode ficar difícil distinguir uma queda recente de um afinamento que já vinha acontecendo. Reconhecer essa diferença é uma das razões para examinar o couro cabeludo antes de escolher um tratamento. Eflúvio telógeno e alopecia androgenética podem fazer parte dessa investigação, inclusive em quem usa semaglutida ou tirzepatida. As ilustrações deste artigo ajudam a entender os termos; não permitem diagnosticar o próprio cabelo por comparação. O que observar: queda, afinamento ou falha? Uma descrição inicial útil separa a perda difusa, o afinamento que segue um padrão e as falhas localizadas. O médico usa essas pistas junto com o histórico e o exame, e não como três caixas nas quais o paciente precisa se encaixar sozinho. [1] Na consulta, tente descrever a mudança que você realmente percebeu. Por exemplo: “Desde determinado mês há mais fios soltos” ou “Nas fotos antigas, a divisão do cabelo parecia menos larga”. As duas observações podem ser relevantes, mesmo quando acontecem juntas. Eflúvio telógeno: uma alteração no ciclo dos fios No eflúvio telógeno, mais fios entram na fase de repouso e se desprendem. A queda costuma ser espalhada e pode aparecer meses depois de um desencadeante, como uma doença, cirurgia, parto ou perda importante de peso. Nem sempre se identifica um único fator. [2] O intervalo entre o acontecimento e o sintoma explica por que a investigação não se limita à última semana. Organizar datas aproximadas ajuda mais do que tentar contar todos os fios que caem. Para o contexto dos medicamentos, consulte também o que a ciência mostra sobre GLP-1, emagrecimento e queda capilar. Alopecia androgenética: o que significa afinamento em padrão? Na alopecia androgenética, também chamada de calvície de padrão, ocorre miniaturização: os fios de determinadas regiões se tornam progressivamente mais finos. Predisposição genética e sinalização hormonal participam do processo. São comuns alterações nas entradas e no vértice em homens e o alargamento da divisão central em mulheres, mas existem variações. [1] As figuras abaixo mostram exemplos educativos, não graus de uma escala e não resultados de tratamento. A aparência de uma imagem isolada não mostra a história do paciente nem confirma a causa do afinamento. Personagens fictícios gerados por IA; exemplos independentes, não antes e depois nem graus de uma escala. Frontal, topo e vértice: onde ficam essas regiões? A região frontal fica próxima à testa. O topo corresponde à parte superior central do couro cabeludo. O vértice é a região da coroa, mais posterior, onde frequentemente se encontra o redemoinho. Esses nomes ajudam a registrar onde há mudanças. Localização não equivale a diagnóstico. Uma pessoa pode notar uma região mais evidente por causa do penteado, da iluminação ou de uma alteração real. O exame e a comparação cuidadosa ao longo do tempo ajudam a interpretar o conjunto. Para que servem as escalas Hamilton–Norwood, Ludwig e BASP? Essas classificações organizam a descrição da alopecia em padrão. Hamilton–Norwood é usada principalmente no padrão masculino; Ludwig descreve graus do padrão feminino; BASP combina características da linha frontal e da distribuição do afinamento. Elas ajudam a registrar o quadro, não substituem a avaliação nem definem uma prescrição sozinhas. A revisão de alopecia androgenética de 2025 aborda essas ferramentas. [3] Não é preciso chegar à consulta sabendo seu “grau”. Uma pergunta mais útil é: “Que mudanças foram identificadas no meu exame e o que elas significam para o acompanhamento?”. Os dois problemas podem existir ao mesmo tempo? Sim. Um eflúvio pode coexistir com alopecia em padrão, e uma queda recente pode tornar mais perceptível um afinamento anterior. Nessa situação, acompanhar apenas a quantidade de fios soltos pode não representar toda a evolução do cabelo. [2] Isso não significa que emagrecer tenha criado uma predisposição genética. Também não permite concluir que uma mudança hormonal específica provocou o afinamento sem investigação. No histórico, interessa saber o que já existia antes, o que mudou recentemente e o que o exame mostra hoje. Ilustração conceitual gerada por IA; não é uma tricoscopia ou medição real. Como a tricoscopia ajuda? A tricoscopia é a observação ampliada do couro cabeludo e dos fios. Ela pode ajudar o dermatologista a reconhecer características de diferentes condições capilares, como variações na espessura dos fios e alterações ao redor dos folículos. A interpretação depende do conjunto dos achados. [1] Uma ilustração ampliada é diferente de uma imagem de exame: não representa a tricoscopia de um paciente real, não contém uma medição e não deve ser usada para comparar números em casa. Quais exames de sangue são necessários? Exames laboratoriais são escolhidos conforme as hipóteses levantadas. A investigação pode considerar, por exemplo, alterações do ferro ou da tireoide quando o contexto indicar. Não há um painel universal que substitua o exame do couro cabeludo. [4] Leve resultados anteriores e a lista dos produtos utilizados. Se aparecer a indicação de um novo exame, vale perguntar que dúvida ele procura esclarecer e como o resultado poderá mudar a conduta. O que muda no tratamento? A mesma queixa pode levar a planos diferentes. Em um caso, a prioridade pode ser reconhecer e acompanhar um desencadeante; em outro, pode haver uma condição de afinamento que também precisa de cuidado. A presença de mais de um problema deve ser explicada ao paciente, para que ele entenda o objetivo de cada medida. O guia de avaliação e tratamento da queda durante o uso de GLP-1 reúne as perguntas que ajudam nessa decisão. Não há indicação automática de uma combinação de procedimentos apenas porque a queda apareceu durante o emagrecimento. Perguntas frequentes Alopecia androgenética é a mesma coisa que eflúvio telógeno? Não. São condições diferentes que podem coexistir. O diagnóstico precisa considerar o padrão das alterações, o histórico e o exame dermatológico. Posso descobrir meu diagnóstico olhando as figuras? Não. As imagens são ilustrações educativas, sem finalidade diagnóstica. Não mostram todas as apresentações possíveis e não substituem o exame. Preciso saber minha classificação antes de agendar? Não. Leve suas observações, exames anteriores e dúvidas. A descrição e a classificação do quadro fazem parte da avaliação profissional. A Clínica Leilane Catricala atende na Vila Nova Conceição, em São Paulo, e em São Caetano do Sul. Converse com a equipe para agendar uma avaliação capilar. Referências Dakkak M, Forde KM, Lanney H. Hair Loss: Diagnosis and Treatment. American Family Physician, 2024. British Association of Dermatologists. Telogen effluvium. Liu Y et al. Androgenetic alopecia. Nature Reviews Disease Primers, 2025. Referência científica; figura original não reproduzida. American Academy of Dermatology. Hair loss: Diagnosis and treatment. Material educativo; não substitui consulta nem orienta automedicação. Responsável técnica: Dra. Leilane Catricala — médica dermatologista, CRM-SP 151.911 | RQE (Dermatologia) 73.960. Publicado em: 06/09/2026. Data editorial: 08/09/2026.

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Queda de cabelo com GLP-1: o que se sabe sobre semaglutida, tirzepatida e emagrecimento

Perceber mais fios no banho depois de começar um medicamento para emagrecimento pode gerar uma dúvida imediata: foi o remédio? Há registros de queda de cabelo durante o tratamento com semaglutida e tirzepatida, mas a relação não deve ser resumida a uma única causa. Emagrecimento, mudanças na alimentação e condições capilares que já existiam precisam entrar na investigação. A pergunta mais útil não é apenas “GLP-1 faz o cabelo cair?”, mas também “qual tipo de queda está acontecendo comigo?”. Essa distinção permite cuidar do cabelo sem comprometer, por conta própria, um tratamento prescrito para outra condição de saúde. O que são GLP-1, semaglutida e tirzepatida? GLP-1 é um hormônio envolvido na regulação da glicose e do apetite. A semaglutida atua no receptor desse hormônio. A tirzepatida tem ação em dois receptores, GIP e GLP-1; portanto, não é exatamente o mesmo tipo de molécula. No uso cotidiano, ambas costumam aparecer nas conversas sobre “medicamentos de GLP-1”. Os nomes comerciais também merecem atenção: Ozempic e Wegovy contêm semaglutida; Mounjaro contém tirzepatida. Apresentações, indicações e esquemas de tratamento não são intercambiáveis. Este conteúdo não orienta a escolha ou o uso desses medicamentos. Queda de cabelo aparece nos estudos e nas bulas? Sim. A informação de prescrição norte-americana do Wegovy registra queda de cabelo e descreve sua associação com a redução do peso. A informação de prescrição do Zepbound, produto com tirzepatida comercializado nos Estados Unidos, também registra esse evento. São documentos de produtos e populações específicos, não uma estimativa universal do risco de qualquer pessoa que use essas moléculas. [1] [2] Uma revisão sistemática publicada em 2026 reuniu 24 estudos. Os autores encontraram sinais de associação, especialmente para semaglutida e tirzepatida, mas apontaram a necessidade de pesquisas que esclareçam melhor a causalidade. Eflúvio telógeno e alopecia androgenética estavam entre os diagnósticos relatados quando o tipo de queda era identificado. [3] Isso justifica levar a queixa a sério. Não justifica afirmar que todo medicamento dessa classe danifica diretamente o folículo, que toda pessoa terá queda ou que o problema será permanente. Por que associação não é a mesma coisa que causa? Uma pesquisa publicada no BMJ em julho de 2026 utilizou prontuários de adultos com diabetes tipo 2 para emular um ensaio clínico. Encontrou maior risco de diagnóstico de alopecia entre usuários de GLP-1 em comparação com dois outros grupos de medicamentos para diabetes. É um achado observacional relevante, não uma comprovação de toxicidade direta no folículo nem um resultado generalizável para qualquer pessoa que queira emagrecer. [11] Quando uma pessoa começa um medicamento, outras coisas podem mudar ao mesmo tempo: peso, apetite, refeições e rotina. Observar a queda depois dessa mudança identifica uma sequência temporal; não revela, sozinho, qual desses fatores contribuiu para o quadro. Uma revisão de escopo de 2025 destacou limitações como a falta de confirmação dermatológica em muitos relatos. Notificações espontâneas ajudam a perceber sinais de segurança, mas não permitem calcular diretamente quantas pessoas terão o problema: faltam informações completas sobre quem usou o medicamento e não apresentou queda. [4] Por isso, relatos de redes sociais, números de notificações e resultados de ensaios clínicos não devem ser tratados como se fossem a mesma medida de risco. Ilustração original gerada por IA, esquemática e fora de escala; sujeita à revisão médica. Onde entra o eflúvio telógeno? No eflúvio telógeno, mais fios passam para a fase de repouso do ciclo capilar, produzindo uma queda geralmente difusa. Uma mudança importante de peso pode ser um desencadeante. A queda frequentemente aparece meses depois do gatilho. Por isso, a investigação considera o período anterior à queixa, não apenas a última aplicação do medicamento. [5] Para entender como essa hipótese é diferenciada de outros problemas, veja o guia de avaliação e tratamento da queda de cabelo durante o uso de GLP-1. O emagrecimento pode participar mesmo sem essas medicações? Sim. Uma pesquisa retrospectiva publicada em 2024 analisou 140 pacientes com eflúvio associado à perda de peso. O trabalho reforça que o histórico de emagrecimento deve ser investigado em pessoas com queda difusa. Não era um ensaio desenhado para provar um efeito direto de GLP-1. [6] Como os participantes já tinham o diagnóstico, seus resultados não indicam a probabilidade de qualquer pessoa desenvolver queda ao emagrecer. Também não estabelecem um limite de quilos “seguro para o cabelo”. Transformar a média de um estudo em meta individual seria uma conclusão que a pesquisa não permite. Menos apetite exige atenção à alimentação O papel da alimentação e os limites da suplementação são detalhados no artigo sobre emagrecimento, nutrição e queda capilar. Uma orientação conjunta de sociedades de nutrição e obesidade destaca que o acompanhamento de quem usa GLP-1 deve considerar ingestão alimentar, possíveis deficiências e sintomas gastrointestinais. O cuidado envolve a qualidade e a viabilidade da alimentação, não apenas o número na balança. [7] Na consulta, vale explicar como as refeições mudaram de verdade. “Estou comendo menos” pode significar situações bastante diferentes: porções menores, exclusão de grupos alimentares, refeições puladas ou dificuldade para comer por náusea. Descrever essas diferenças ajuda a equipe a formular perguntas e decisões mais específicas. Uma deficiência não pode ser presumida apenas porque houve emagrecimento. E um suplemento não substitui a investigação do padrão alimentar nem esclarece, sozinho, o diagnóstico capilar. Nem toda queda durante o tratamento é eflúvio Preparamos um artigo específico para explicar a diferença entre eflúvio telógeno e alopecia androgenética, com ilustrações das regiões do couro cabeludo e dos padrões de afinamento. O uso do medicamento é uma informação do histórico, não um diagnóstico. O dermatologista considera a distribuição da perda de volume, a aparência dos fios, o couro cabeludo e a evolução. Mais de uma condição pode coexistir, exigindo um plano que contemple cada componente. [8] Uma pergunta útil é se já havia mudança antes do tratamento: a divisão do cabelo estava mais larga? As entradas vinham aumentando? Há fotografias antigas que ajudem a comparar? Essas respostas não permitem autodiagnóstico, mas evitam atribuir automaticamente toda alteração recente ao medicamento. Também convém separar o que se observa: mais fios soltos, redução de volume, regiões localizadas sem cabelo ou fios quebrados. Na conversa cotidiana, tudo pode receber o nome de “queda”; para a avaliação, são descrições diferentes. Quais sinais merecem uma consulta mais breve? Falhas localizadas, perda de sobrancelhas, dor, ardor intenso, feridas, pus ou descamação importante precisam ser relatados. Esses achados podem acompanhar doenças diferentes de uma queda difusa relacionada ao emagrecimento e não devem ser normalizados como “efeito da caneta”. [9] Mesmo sem esses sinais, vale procurar avaliação se a mudança estiver progredindo ou causando preocupação. Não é necessário esperar que a perda de volume se torne muito evidente para conversar com a equipe médica. Cena ilustrativa gerada por IA sobre a organização do histórico da queixa. É preciso suspender o medicamento? Não altere ou interrompa a prescrição por conta própria. Quando há suspeita de participação de um medicamento na queda, a decisão deve ser discutida com o profissional responsável pelo tratamento. A avaliação dermatológica acrescenta informações para essa conversa; não substitui o acompanhamento da condição para a qual ele foi prescrito. [10] Uma forma objetiva de organizar o atendimento é levar duas perguntas: “O que explica o padrão da minha queda?” e “Alguma informação dessa avaliação precisa ser compartilhada com quem acompanha meu tratamento metabólico?”. O objetivo é um plano coordenado, não decisões isoladas motivadas pelo medo. O cabelo pode recuperar o volume? Quando se confirma um eflúvio telógeno sem outra doença associada, há possibilidade de recuperação após o controle dos desencadeantes. A redução da queda e a recuperação do volume são etapas diferentes e podem levar meses. Persistência do gatilho ou coexistência de outra alopecia muda essa perspectiva; não há prazo garantido. [5] Na revisão do plano, é útil combinar como a evolução será acompanhada e o que motivará antecipar o retorno. Assim, a pessoa não precisa interpretar cada lavagem como uma prova de sucesso ou fracasso do cuidado. Perguntas frequentes Ozempic ou Mounjaro podem estar relacionados à queda de cabelo? Há relatos e estudos de associação com suas moléculas, semaglutida e tirzepatida. Isso não identifica a causa da queda em uma pessoa específica; o histórico e o exame dermatológico continuam necessários. A queda pode aparecer depois de alguns meses? Sim. No eflúvio telógeno pode existir um intervalo de meses entre o desencadeante e a queda perceptível. Essa sequência é uma pista clínica, não uma confirmação do diagnóstico. Todo mundo precisa tomar vitaminas para prevenir a queda? Não. O uso de suplementos deve ter uma indicação individual. Começar vitaminas preventivamente não substitui a avaliação da alimentação e das possíveis causas da queda. Qual é o primeiro passo se meu cabelo começou a cair? Organize o histórico da mudança e procure avaliação dermatológica. Informe o medicamento utilizado e não modifique a prescrição sem conversar com o profissional que acompanha o tratamento. Para entender as possibilidades de cuidado, consulte o guia de tratamento individualizado para queda capilar no emagrecimento. A Clínica Leilane Catricala tem unidades na Vila Nova Conceição, em São Paulo, e em São Caetano do Sul. Fale com a equipe para agendar uma avaliação dermatológica. Referências Novo Nordisk. Wegovy: informação de prescrição dos Estados Unidos. Eli Lilly. Zepbound: informação de prescrição dos Estados Unidos. Gupta AK et al. Revisão sistemática sobre terapias GLP-1 e queda capilar. Science Progress, 2026. Revisão de escopo sobre alopecia e agonistas de GLP-1. Cureus, 2025. British Association of Dermatologists. Telogen effluvium. Kang DH et al. Telogen Effluvium Associated With Weight Loss: A Single Center Retrospective Study. Annals of Dermatology, 2024. Mozaffarian D et al. Orientação conjunta sobre prioridades nutricionais durante terapias GLP-1. Obesity, 2025. American Academy of Dermatology. Hair loss: Diagnosis and treatment. American Academy of Dermatology. Hair loss: Signs and symptoms. American Academy of Dermatology. Do you have hair loss or hair shedding? Tang H et al. Emulação de ensaio-alvo sobre GLP-1 e risco de alopecia em adultos com diabetes tipo 2. BMJ, 2026. Material educativo; não substitui consulta nem orienta automedicação. Responsável técnica: Dra. Leilane Catricala — médica dermatologista, CRM-SP 151.911 | RQE (Dermatologia) 73.960. Publicado em: 06/09/2026. Data editorial: 07/09/2026.

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8 erros de skincare que podem piorar a acne e a oleosidade

Quando a acne piora, a reação mais comum é aumentar a limpeza, acrescentar ácidos e tentar secar cada espinha. O problema é que uma rotina agressiva pode danificar a barreira cutânea, aumentar ardor e descamação e tornar o tratamento mais difícil de manter. Skincare ajuda, mas não substitui medicamentos quando há inflamação persistente, nódulos ou risco de cicatrizes. O objetivo da rotina é apoiar o controle da doença sem criar um segundo problema: uma pele irritada por excesso de intervenção. Vídeo: cinco cuidados para evitar espinhas e cravos Neste vídeo de 2023, a Dra. Leilane Catricala apresenta orientações práticas sobre limpeza, hidratação, alimentação e procura por tratamento. Como recomendações evoluem, considere a atualização do texto logo abaixo: a limpeza costuma ser gentil e realizada duas vezes ao dia, produtos com ativos não têm frequência universal, água ou alimentos isolados não “desintoxicam” a acne e limpeza de pele não é obrigatória para todas as pessoas. 1. Lavar o rosto muitas vezes ou esfregar até “sentir limpo” Oleosidade não é sujeira, e acne não aparece por falta de força na lavagem. Buchas, escovas, esfoliantes físicos e sabonetes muito agressivos podem aumentar irritação sem corrigir a obstrução que começa dentro do folículo. O NICE orienta o uso de um produto de limpeza não alcalino, de pH neutro ou levemente ácido, em geral duas vezes ao dia nas áreas propensas à acne. A American Academy of Dermatology também recomenda lavar com as pontas dos dedos e evitar fricção. Uma alternativa mais gentil: use água morna, um limpador compatível com sua pele e uma toalha macia apenas para encostar, sem esfregar. Após suor intenso, faça uma limpeza suave quando possível. 2. Misturar vários ácidos e secativos de uma vez Ácido salicílico, retinoides, peróxido de benzoíla e outros ativos podem ter lugar no tratamento, mas empilhar tudo sem estratégia aumenta a chance de ardor, vermelhidão e descamação. A irritação pode piorar a aparência das lesões e favorecer manchas pós-inflamatórias, especialmente em fototipos mais altos. Mais produto não significa resposta mais rápida. Concentração, veículo, quantidade, ordem e frequência interferem tanto quanto o nome do ingrediente. Uma alternativa mais gentil: introduza apenas o que faz parte do plano, respeitando a adaptação da pele. Se houver queimação persistente, fissuras ou inchaço, interrompa improvisações e peça orientação. 3. Evitar hidratante porque a pele é oleosa Pele oleosa também pode ficar desidratada ou com a barreira comprometida. Vários tratamentos para acne ressecam e irritam; sem suporte adequado, a pessoa pode reduzir o uso ou abandonar justamente o medicamento que trataria as lesões. O hidratante não precisa ser pesado. Fórmulas não comedogênicas, em textura compatível com a pele, podem melhorar conforto e tolerância. O rótulo diminui a probabilidade de obstrução, mas a resposta individual ainda precisa ser observada. Uma alternativa mais gentil: escolha um hidratante simples, sem acrescentar vários ativos ao mesmo tempo. A quantidade e o momento de aplicação podem ser ajustados conforme o tratamento. 4. Usar maquiagem, protetor ou produto capilar que obstrui os poros Maquiagem não é proibida para quem tem acne. O problema pode estar em fórmulas muito oclusivas, na remoção incompleta ao final do dia ou na soma de muitas camadas que a pele não tolera. Pomadas, óleos e finalizadores de cabelo também podem tocar a testa e as têmporas e contribuir para cravos nessa região. Capacetes, faixas e bonés associados a calor, suor e atrito podem favorecer acne mecânica. Uma alternativa mais gentil: procure as expressões “não comedogênico”, “oil-free” ou “não obstrui os poros” e retire a maquiagem suavemente antes de dormir. Observe também tudo o que entra em contato repetido com a área afetada. 5. Espremer, cutucar ou tentar furar lesões profundas Manipular uma espinha pode empurrar inflamação para tecidos mais profundos, prolongar a lesão e aumentar o risco de manchas e cicatrizes. Nódulos dolorosos não têm necessariamente uma abertura que permita “limpá-los”. Agulhas, extratores e receitas caseiras acrescentam risco de trauma e contaminação. A melhora imediata no volume aparente pode custar uma marca duradoura. Uma alternativa mais gentil: mantenha as mãos afastadas e procure avaliação quando houver lesões profundas, recorrentes ou dolorosas. Em situações selecionadas, a dermatologista pode realizar procedimentos seguros para reduzir inflamação. 6. Passar o tratamento apenas em cima da espinha visível A acne começa com o microcomedão, uma obstrução ainda invisível. Tratar apenas o ponto inflamado ignora lesões que estão se formando na pele ao redor. Certos medicamentos tópicos são planejados para toda a área propensa à acne, não como secativo pontual. Isso não significa espalhar qualquer ácido pelo rosto. Alguns produtos realmente têm uso localizado, e regiões sensíveis podem exigir proteção. Uma alternativa mais gentil: confirme com a dermatologista onde e como aplicar cada item. A quantidade correta costuma ser pequena; criar uma camada grossa raramente aumenta o benefício. 7. Trocar de produto toda semana Tratamentos de acne precisam de tempo. Segundo o NICE, efeitos positivos podem levar de seis a oito semanas para começar a ser percebidos, e muitos esquemas iniciais são reavaliados em torno de 12 semanas. Mudar tudo a cada nova espinha impede avaliar tolerância e resposta. Persistência não significa suportar uma reação importante. Inchaço, bolhas, dor intensa, alergia ou piora rápida pedem contato com o profissional. Uma alternativa mais gentil: mantenha uma rotina simples e registre alterações. Ajuste o plano nas reavaliações, em vez de alternar tendências de redes sociais. 8. Copiar a rotina de outra pessoa sem confirmar o diagnóstico Duas peles com “bolinhas vermelhas” podem ter condições diferentes. Rosácea, dermatite perioral e foliculite podem parecer acne, mas respondem a outras estratégias. Até dentro da acne, cravos, pústulas e nódulos não recebem necessariamente a mesma abordagem. Também mudam as contraindicações. Gravidez, amamentação, alergias, outros medicamentos e tendência a hiperpigmentação precisam ser considerados antes de repetir uma receita vista na internet. Uma alternativa mais gentil: use conteúdo on-line para formular perguntas, não para copiar prescrições. O guia completo sobre tratamento de acne ativa mostra por que a avaliação vem antes da escolha do produto ou procedimento. Checklist de uma rotina mais coerente Limpeza suave, sem escovas ou esfoliação agressiva. Poucos produtos, cada um com função definida. Hidratante não comedogênico quando houver necessidade. Fotoproteção de amplo espectro em fórmula compatível com pele acneica. Maquiagem removida ao final do dia. Nada de espremer lesões. Tempo suficiente para avaliar resposta, salvo reação adversa. Avaliação diante de dor, nódulos, cicatrizes ou dúvida diagnóstica. Perguntas frequentes Pele oleosa precisa de hidratante? Pode precisar, especialmente quando o tratamento causa ressecamento ou irritação. A escolha deve privilegiar fórmula não comedogênica e textura compatível com a pele. Quantas vezes devo lavar o rosto? Diretrizes geralmente orientam limpeza gentil duas vezes ao dia e depois de suor intenso. Necessidades individuais podem mudar diante de sensibilidade ou outra doença de pele. Esfoliante ajuda a retirar cravos? Esfoliação física intensa não remove a causa dos cravos e pode irritar. Ativos queratolíticos e retinoides podem ser considerados, mas precisam ser escolhidos conforme o quadro. Posso usar maquiagem se tenho acne? Sim. Prefira fórmulas não comedogênicas e retire-as suavemente ao final do dia. Se perceber um padrão de piora, revise os produtos e aplicadores. Quando devo procurar dermatologista? Quando há nódulos dolorosos, cicatrizes, manchas persistentes, piora rápida, sofrimento emocional, dúvida sobre o diagnóstico ou ausência de melhora com uma rotina bem conduzida. Onde revisar sua rotina para acne em São Paulo e no ABC? Quando a rotina provoca irritação, não controla as lesões ou surgem marcas, a Clínica Leilane Catricala oferece avaliação dermatológica nas unidades de Vila Nova Conceição, em São Paulo, e São Caetano do Sul, no ABC Paulista. Pacientes de Santo André e São Bernardo do Campo podem ser atendidos na unidade de São Caetano do Sul. Não existem unidades da clínica nessas duas cidades. Confirme o endereço e o agendamento com a equipe. Referências National Institute for Health and Care Excellence. Acne vulgaris: recommendations. Atualizada em 2026. American Academy of Dermatology. Acne: tips for managing. American Academy of Dermatology. Moisturizer: why you may need it if you have acne. Reynolds RV et al. Guidelines of care for the management of acne vulgaris. Journal of the American Academy of Dermatology. 2024. Texto preparado e revisado da Dra. Leilane Velloni Pantano CatricalaMédica dermatologista e responsável técnicaCRM-SP 151.911 | RQE Dermatologia 73.960Data editorial: 04/09/2026 Conteúdo informativo. A avaliação médica individual é necessária para diagnóstico e indicação de tratamento.

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